03.03.09

De qualquer das formas, todos os regimes políticos na sociedade dita civilizada, conduzem a uma única realidade comum, há quem mande (Governantes) e quem obedeca (governados). A diferença está nos governantes que se imponham pela força, o pelos governantes que são designados pelos eleitores. É nisto que que se destingue um governo democrático de um totalitário, mas é apenas uma linha de separação, uma linha muito fina.

Em todos os governos tem que existir uma lei, e quem a promulgue, e quem a faça cumprir.

O governo ou se apoia na força despótica ou na vontade popular (em que pé anda este governo?) Em qualquer das alternativas, entram diferentes conceitos da nossa sociedade e mais que um regime politico, o poder imposto pela força é antipático e ninguem assume a sua responsabilidade (HOJE EM DIA), e é hoje em dia que existe o maior cinismo, o cinismo de afirmar que governam em nosso nome (em meu não que eu não os queria lá) e ficamos assim perante um dos mais ferozes ataques de totalitarismo (pós-qualquer coisa que aconteceu há muitos anos atrás), mascarado de republica democratica como se trata-se de um qualquer país acabado de formar fronteiras...

Alguem tem que alertar contra estas astúcias governamentais mostradas sempre em grandes ambientes festivos com bandeirinhas, figurantes e muitos efeitos especiais... A fazer lembrar uns comicios que aconteceram algures nesta Europa antes dos aliados nos terem salvo... Temos que lembrar quem governa, que veio directo da multidão e que nesta época quem chega por esses modos ao poder, não se deve esquecer  que é sempre ilusório e temporario...

Verifica-se episodicamente grandes tumultos, quando se vem para a rua exigir um determinado tipo de governação, não nos podemos esquecer que é apenas a multidão a exercer directamente a sua soberania.

Mas sem nunca esquecer que é sempre preciso escolher os mandatários certos ( e estes já provaram que não o são) pois é materialmente impossivel o governo directo pelas grandes massas.

 

No presente chegámos a uma situação de crise tão aguda como a de o principio do Séc. XX, e o que mais importa é salvar este país, mas só todos juntos o vamos conseguir, e lembrem-se que da historia não reza os fracos, temos tempo para discutir a opção politica a tomar, e essa opção tem que ser tomada com absoluta imparcialidade, sem credos, mitos ou religiões. Credos, porque como a canção nacional se chama FADO e o fado é depressivo (COM TODO O RESPEITO QUE TENHO PELO FADO, E QUE È MUITO ACREDITEM), para depressão já basta. Mitos, porque quem diz sempre o que queremos ouvir nem sempre é nosso amigo, o Bloco de Esquerda é um mito. Religião porque nós temos que acreditar em algo e eu acho que já não acreditamos em nada.

Por isto tudo eu acho que Portugal ainda está acima dos partidos...

 

publicado por morgadexsedlex às 00:21

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